Manaus | AM
Em nova capítulo da novela do ‘puxadinho’ da Câmara Municipal de Manaus (CMM), o Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) negou o pedido do presidente da Casa Legislativa Municipal, David Reis (Avante), que tentava derrubar a liminar do primeiro grau que suspendeu a licitação para construção do prédio ‘Anexo II’.
A decisão, desta vez, foi da desembargadora Socorro Guedes, que negou, na tarde desta sexta-feira (24), a continuidade do processo licitatório.
A Procuradoria da CMM havia recorrido, na 2ª Câmara Cívil do TJAM, da decisão da Ação Popular, impetrada pelos vereadores Amom Mandel (sem partido) e Rodrigo Guedes (PSC), na Vara da Fazendo Pública Municipal, que suspendeu a licitação de R$ 32 milhões para a construção do ‘Anexo II’.
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A desembargdadora rejeitou o argumento de que a ordem judicial impede o fomento à economia local, afirmou que não há provas de que as atuais condições de trabalho dos servidores sejam, atualmente, insalubres, e alegou que não viu evidências de que a decisão ameace o conforto da população que visita a Câmara.
Na última sexta-feira (17), o juiz plantonista Marcelo Manuel da Costa Vieira, do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), aceitou a ação popular dos vereadores Amom Mandel e Rodrigo Guedes e suspendeu a licitação da obra do ‘puxadinho’’, autorizada por David Reis.
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