PODERCAST: em bate-papo, delegada-geral Emília Ferraz fala sobre o concurso da PC-AM

Delegada-geral da Polícia Civil do Amazonas fala sobre concurso público da instituição e interiorização da segurança pública no Estado.
Redação O Poder
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Manaus | AM

A delegada-geral da Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), Emília Ferraz, foi a entrevistada, nesta segunda-feira (21), do PODERCAST, o podcast do site O PODER que é transmitido pela RÁDIO ZLZN. A autoridade policial falou sobre o concurso público da instituição, que terá sua primeira prova no domingo (27); interiorização da segurança pública; produtividade da polícia no Estado, dentre outros assuntos.

“Esse concurso foi uma iniciativa nossa desde quando entrei (enquanto delegada-geral). Falei para o governador (Wilson Lima) que era necessário, e ele teve a sensibilidade de nos ouvir, pois estamos há 11 anos sem concurso. Sobre a interiorização da segurança pública, fomos a Brasília buscar a questão da internet para os interiores. Nós fizemos uma avaliação do Estado, das delegacias no interior e ‘startamos’ várias reformas”, detalhou Emília.

Segundo a delegada-geral, o objetivo do certame e dessa interiorização é olhar para o Amazonas como todo. “O povo do interior precisa de segurança pública e nós temos essa visão de olhar para o interior também, porque na capital as atividades da Polícia Civil estão a contento. Nós nunca arremetemos tantos inquéritos, nunca apreendemos tantas drogas, mas precisamos de uma atuação mais efetiva no interior”, explicou.

Emília, que tem mais de 20 anos como delegada, também destacou que as mulheres na PC-AM são gabaritadas a exercer qualquer função. “Fui criada em um lar de mulheres fortes e obstinadas o impossível é questão de opinião”, declarou ela, que também ressaltou que é contra toda expressão de machismo.

Ainda conforme a autoridade policial, para chegar ao cargo de delegada-geral houve uma preparação.  “Durante todo esse período estudei muito segurança pública e sempre fui uma delegada de ponta. Estive em quase todas as delegacias, especializadas, dirigi departamentos. Sempre lembro que passei bastante tempo da Divisão de Repressão e Combate ao Crime Organizado (DRCO)”, concluiu ela.

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