Menezes diz que posicionamentos sobre ZFM são oportunistas e indaga: ‘quantas empresas saíram daqui?’

Coronel Menezes defende Zona Franca de Manaus e critica posicionamentos 'oportunistas' sobre o tema.
Redação O Poder
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Manaus|AM

O pré-candidato ao Senado e interlocutor do Palácio do Planalto no Amazonas, Coronel Menezes (PL), afirmou, neste sábado (16), que mesmo com a publicação do decreto que reduz linearmente a alíquota do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), não há mudanças significativas no cenário econômico do estado que apontem debandada geral de empresas do instaladas na Zona Franca de Manaus (ZFM).

Segundo o militar da reserva do Exército, os posicionamentos de diversos políticos do estado são oportunistas e não racionais.

“Desde a publicação do primeiro decreto, em fevereiro, quantas empresas anunciaram o fim de suas operações por causa da medida? Eu faço questão de responder: nenhuma. Sabe por quê? Porque continua sendo vantajoso para a classe empresarial continuar investindo em nosso estado. Isso não significa não lutar pelos interesses do Amazonas”, defendeu.

Menezes afirmou que o presidente Jair Bolsonaro (PL), assim como a sua equipe econômica, tem estudado incansavelmente outras formas de reduzir a pesada carga tributária brasileira a fim de amenizar os custos para a população que sofre com tantos impostos.

“O Amazonas é e continua sendo prioridade para o Governo Federal. A prova disso está na presença constante do presidente em nossa região. Não podemos nos deixar levar por informações distorcidas. Temos de observar com racionalidade as consequências, que até agora não prejudicou o Amazonas, apenas trouxe benefícios para todo o país”, analisou.

O ex-superintendente da Suframa disse, ainda que “tem sido incansável, dentro das suas limitações, na defesa da Zona Franca de Manaus que é nosso único modelo de desenvolvimento econômico, mas que o Amazonas precisa imediatemente construir novos vetores econômicos, fato que não foi priorizado durante os últimos cinquenta anos”, relembrou.

“Precisamos agora é estabelecer um plano de metas a curto e médio prazo que contemple o desenvolvimento das nossas potencialidades econômicas. Somos ricos em quase tudo: gás; petróleo; fertilizantes; bioeconomia; mineração; psicultura, contamos com um potencial turístico fantástico e o que fizemos nestes últimos cinquenta anos para explorar toda essa riqueza?”, questionou o coronel.

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