PAÍS – Nesta quinta-feira (26), a força aérea brasileira entregou cerca de 8 toneladas de suprimentos na região do surucucu, em terras indígenas Yanomami.
Entre os suprimentos estão vários tonéis de combustível e cestas básicas com alimentos restritos a dieta indígena.
De acordo com a presidencia nacional da ONG, central única da favelas (CUFA), arrecadou 16 toneladas de alimentos somente nesta semana.
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Além disso, a CUFA e a Frente Nacional Antirracista pretendem construir dois polos de saúde, um em Surucucu, outro em local a definir, a fim de atender a população Yanomami e outros indígenas que não conseguem ter acesso aos centros hospitalares da capital, mobilizando parceiros e a sociedade civil com o objetivo de arrecadar R$ 3 milhões na campanha.
“Ao chegar nos locais, antes da fome, foi detectado que a saúde indígena, segundo os próprios que conversamos, está precária há muito tempo, junto a isso as mudanças climáticas que devido as chuvas intensas, impedem de uma produção de alimentos autônoma e compromete a nutrição, principalmente de crianças e idosos, já que a prioridade pela logica indígena são dos homens que saem para caçar, das mães que cuidam das crianças e das aldeias e somente depois as crianças”, explicou Kalyne Lima, copresidente da CUFA.
A mobilização para a arrecadação da campanha Favelas com Yanomami vai acontecer entre os dias 27 de janeiro e 27 de fevereiro, com a previsão da pedra fundamental ser lançada no dia 1º de março.