A visita “em off” de Marina aos Yanomamis

Visita secreta da ministra Marina Silva a comunidades indígenas Yanomami em Roraima gera questionamentos e ação judicial contra o governo federal.
ouça este conteúdo
00:00 / 00:00
1x

A visita de Marina Silva a Roraima está revestida de mistério, estranha e não noticiada pela imprensa, utilizando avião comercial chegou na sexta-feira, dia 2 de março. Qual seria a motivação para a ministra do Meio Ambiente visitar aquele estado, sem tornar Oficial a tal visita?

No sábado sequente a Associação URIHI, representante das comunidades Yanomani entram na Justiça com Ação Civil Pública o Governo Federal reclamando 6, 6 bilhões de reais como indenização. Não se parece estranho esse fato de após a visita da Ministra Marina a URIHI protocolar tal Ação?

Os motivos apontados na Ação Civil Pública são por danos ambientais, sociais e morais coletivos causados pelo garimpo ilegal, pela omissão diante do uso ilegal do mercúrio, pela responsabilidade da crise no território Yanomani por omissão já que é responsabilidade do Estado a fiscalização e proteção dos territórios indígenas.

Além de “não tentar proteger de maneira eficiente e eficaz os interesses e a sobrevivência das comunidades”, ao contrario houve “defesa a execução de políticas administrativa permitindo massivas invasões aos territórios indígenas Yanomamis”.

“Medidas tomadas pelo governo Bolsonaro como extinção da secretaria de mudanças climáticas e florestas do Ministério do Meio Ambientes; a extinção do Comitê Orientador do Fundo da Amazonia; a reestruturação do Instituto Chico (ICMbio) Mendes e a do IBAMA”. Outra afirmação da URIHI

É cediço que essa é a linguagem usada pelos “ambientalistas de mesa de botequim – degustando um chopinho -, alinhados a esquerda festiva para justificar os absurdos arguidos na peça jurídica culpando o governo.

Fica a dúvida, será que a Marina tem a ver com essa Ação Civil Pública? Não acredito!

Carregar Comentários