Notório saber jurídico pra que?

Ministro do STF defende critérios ideológicos em detrimento do notório saber jurídico na escolha de novos membros da Corte.
Redação O Poder
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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, o mais ideologicamente progressista entre os membros da corte, fez uma declaração infeliz, mas que demonstra toda sua visão de mundo enviesada.

O magistrado defendeu que o próximo membro do Supremo – que será escolhido em substituição a Ricardo Lewandowski – seja uma mulher negra. Resumindo, o notório saber jurídico, pré-requisito para integrantes do STF, deve ser um mero detalhe.

Posicionamentos como o de Fachin têm sido cada vez mais comum. De maneira estratégica, a esquerda pauta o assunto com o discurso da inclusão e respeito ao próximo, deixando propositadamente os verdadeiros critérios em segundo plano. Isso é uma praxe no mundo inteiro.

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