PAÍS
A CPMI que vai apurar os atos das manifestações do dia 8 de janeiro, deve ser instalada na próxima quarta-feira (17). A comissão terá 16 senadores e 16 deputados titulares, além do mesmo número de parlamentares suplentes.
Para isso é necessário que todas que todas as lideranças formalizem os nomes dos indicados e, atualmente, os partidos da base aliada do governo ainda não fecharam as indicações dos parlamentares que vão compor a comissão.
A oposição definiu os nomes dos senadores Magno Malta (PL-ES), Eduardo Girão (Novo-CE), Marcos do Val (Podemos-ES), Damares Alves (Republicanos-DF) e Esperidião Amim (PP-SC).
Os governistas confirmados são Rubens Pereira Junior (PT-MA), Rogério Correia (PT-MG) e Jandira Feghali (PCdoB-RJ) e o nome mais cotado para assumir a presidência é o de Arthur Maia (União Brasil).
Para falar sobre o processo de abertura da comissão parlamentar mista de inquérito, o Jornal da Manhã, da Jovem Pan News, entrevistou o deputado federal Filipe Barros (PL-PR), indicado do Partido Liberal para o colegiado, que detalhou os objetivos da oposição na CPMI: “A depender de todos os parlamentares da oposição, o que nós queremos é esclarecimento. Aqueles que cometeram crimes, que vandalizaram e depredaram patrimônio público ou privado, nós nunca defendemos, seja de direita, seja de esquerda. O que nós queremos investigar são indicativos de que houve uma omissão, talvez até uma omissão dolosa, por parte do Poder Executivo”.
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Com informações Diário do Poder e Jovem Pan