Senador do Piauí chama presidente de “Dilmo” e diz que medida vai criar crise na economia

Senador critica nova política de preços da Petrobras e compara Lula a Dilma Rousseff.
Redação O Poder
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PAÍS

O senador Ciro Nogueira (PP-PI), criticou através de suas redes sociais, nesta terça-feira (16), a decisão da Petrobras em modificar a política de preços dos combustíveis, para atender promessas do Governo de Luiz Inácio Lula da Silva.

Em suas declarações, Ciro chamou o presidente de “Dilmo”, em referência à ex-presidente da República Dilma Roussell.

– Reestatização a Eletrobras, acabar com o marco do saneamento via decreto, aplaudir o MST e vaiar o Agro, atacar o BC (sempre!) e agora decretar que o petróleo não é em dólar, mas em real. O Lula 3 na economia é o Dilma 3 com velocidade hipersônica. É a velocidade de criar um abalo na economia brasileira que o Dilma 3 demorou 6 anos em muito menos tempo. Só não vão criar pedaladas porque o Congresso não irá deixar passar a proposta do PT de revogar a Responsabilidade Fiscal. Pois até isso tentaram – escreveu o senador, no Twitter.

Ciro também twittou sobre a ausência de clareza no anúncio da Petrobras referente ao fim da paridade nos preços e as políticas que deverão ser adotadas para definir a nova marcação da empresa.

celso twitter

 

O anúncio

A Petrobras comunicou nesta terça, que não adotará mais a chamada política de paridade de importação (PPI), mecanismo que estava em vigor desde o governo Temer, em 2016.

Por causa da PPI o preço do petróleo e dos combustíveis derivados dele, como gasolina e diesel, seguiam as variações do dólar e do mercado internacional.

Foi destacada pela empresa em seu comunicado que “os reajustes continuarão sendo feitos sem periodicidade definida, evitando o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações internacionais e da taxa de câmbio”.

A companhia anunciou que, com a mudança, a Petrobras tem mais flexibilidade para praticar preços competitivos, se valendo de suas melhores condições de produção e logística, e disputando mercado com outros atores que comercializam combustíveis no Brasil.

A empresa não esclareceu, como manterá a precificação, caso o dólar aumente, tendo em vista que o Brasil não é autossuficiente em petróleo, e que ao praticar preços abaixo do mercado, estes outros distribuidores e importadores deverão sofrer problemas e provavelmente sairiam do país, causando desabastecimento.

Foto Internet

Com informações do Pleno.News

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