Paulo Hartung sobre o arcabouço fiscal: “Uma arriscada aposta na sorte!”

Ex-governador do Espírito Santo avalia que a aprovação do novo arcabouço fiscal é uma arriscada aposta na sorte.
Redação O Poder
ouça este conteúdo
00:00 / 00:00
1x

O plenário da Câmara dos Deputados aprovou, na noite da terça-feira (23), o texto base do novo marco fiscal, também conhecido como arcabouço fiscal. O mérito da proposta foi aprovado por 372 a 108 votos, e apenas uma abstenção. Os deputados analisam agora as rejeições de emendas.

Na avaliação do economista e ex-governador do Espírito Santo, Paulo Hartung a decisão é uma arriscada aposta de sorte. Ele falou do assunto na manhã desta quarta-feira (24) pela rede social Twitter.

O partido Novo chegou a apresentar um pedido de retirada de pauta, que foi rejeitado por 342 votos a 105, com duas abstenções. Ao final da leitura do parecer, o relator, deputado federal Cláudio Cajado (PP-BA), ressaltou que o substitutivo apresentado melhorou o texto original e não causará prejuízos a ninguém.

“Quero deixar claro que esse substitutivo apresentado melhorou, e muito, o texto original. As excepcionalidades, que foram frutos de muitas discussões — eu garanto, e o futuro demonstrará —, não causarão prejuízo a quem quer que seja, seja ao piso da enfermagem. Estando na base, ele colaborará para que haja o crescimento da receita”, salientou Cajado.

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta quarta-feira que a aprovação do arcabouço fiscal teve um placar “expressivo”. “A Câmara deu uma demonstração de que busca entendimento para alcançarmos taxa expressivas de crescimento [econômico]”, disse a jornalistas na entrada da pasta.

 

Foto: Reprodução

 

Carregar Comentários