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Diante o episódio ocorrido com o o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes no aeroporto internacional de Roma, na Itália, na última 6ª feira (14), o delegado Hiroshi Araújo Sakaki foi apontado como responsável por solicitar os mandados de busca e apreensão contra o trio acusado de hostilizar o magistrado.
O delegado Sakaki integra a Diretoria de Inteligência da PF (Polícia Federal) e atua em outras investigações sob a relatoria de Moraes, como o inquérito das fake news. Sua função na corporação envolve assuntos de contra-inteligência.
A ação policial foi autorizada pela presidente da Corte, ministra Rosa Weber. Moraes se declarou impedido de atuar no caso, mas manifestou interesse “na apuração de crimes contra a honra e contra a liberdade pessoal”.
A ação dos agentes foi realizada em 2 endereços no município de Santa Bárbara d’Oeste (SP), a cerca de 140 km de São Paulo. A PF informou que “as ordens judiciais estão sendo cumpridas no âmbito de investigação que apura os crimes de injúria, perseguição e desacato praticados contra ministro do STF”.
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Com informações Poder 360