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O ex-presidente Jair Bolsonaro se pronunciou neste sábado (5), em sua rede social, sobre as notícias que relacionam o seu nome ao recebimento de pedras preciosas.
A repercussão do caso que envolve o ex-presidente aconteceu durante a sessão da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do 8 de janeiro, na terça-feira (1) que teve acesso a um e-mail em que o ex-ajudante de ordens da Presidência Cleiton Henrique Holzschuk pede a colegas que um conjunto recebido pelo então presidente fosse entregue ao tenente-coronel Mauro Cid.
Segundo a narrativa da deputada, Jandira Feghali (PCdoB-RJ), as pedras preciosas teriam sido entregues a Bolsonaro em 2022, em Minas Gerais, e Mauro Cid teria ordenado que o presente não fosse cadastrado e sim guardado em um cofre.

O ex-presidente, em resposta à deputada que anunciou durante a sessão da CPMI a descoberta do e-mail, escreveu que foi caluniado e que o presente se tratou de pedras doadas por um advogado no valor de R$ 400 e que as calúnias que sofre são métodos de seus opositores. Confira o texto:
