Outro representante do Brasil na Cúpula da Amazônia, o indígena Toya Machineri, afirmou nesta terça-feira (8), que o país tem a oportunidade de construir um projeto inclusivo para a Amazônia e os povos indígenas. A fala foi durante a apresentação dos resultados do encontro “Diálogos da Amazônicos”, que antecedeu o encontro com presidentes que compõem a Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (TCA).
“Pensamos o que queremos para hoje e para o futuro das gerações. Reafirmamos que o futuro da Amazônia e de outros biomas passa pelo conhecimento dos povos indígenas, portanto é necessário que os estados protejam o direito dos povos indígenas.”, afirmou.
Segundo Toya, proteger o futuro da Amazônia passa pelo respeito do direito a participação e o respeito aos nossos conhecimentos ancestrais e dos povos indígenas – e proteção ampla aos povos indígenas em isolamento voluntário.
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O brasileiro disse que hoje, os povos indígenas no Brasil vivem um bom momento com o novo governo do país, com a criação do Ministério dos Povos Indígenas, o fortalecimento da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e a Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai) e a recomposição da participação social.
O indígena disse que tudo isso só foi possível pelo esforço e pelo comprometimento do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). “Agradecemos muito a cúpula da Amazônia sendo realizada no Brasil, em uma cidade amazônica, que possibilitou a participação de 800 lideranças indígenas da Amazônia brasileira.”, disse.
Segundo Toya, o resultado dessa participação está contido no relatório e sintetiza o resumo da participação das lideranças indígenas e seus olhares sobre a Amazônia.
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