O senador Plínio Valério (PSDB-AM), presidente da CPI das Ongs, foi entrevistado no programa Pânico da Jovem Pan. Ele discutiu o trabalho da CPI, destacou as oitivas realizadas e criticou o papel das Ongs na Amazônia, afirmando que elas criam narrativas inconsistentes com a realidade.
“Só discutem a Amazônia lá fora, não discutem a Amazônia aqui. A Amazônia do Leonardo DiCaprio, do Chico Buarque, não existe. Existe na cabeça deles. Essa narrativa forte que eles implantaram é novo colonialismo. O pessoal que se acha, que defende essa narrativa, não passa de colonizado. Aquela época do império, onde tinha brasileiro que fazia de tudo para ser convidado para o baile do imperador. É esse pessoal. Eles são convidados pro baile e chegam aqui com essa narrativa.”, disse Plínio.
O senador Plínio Valério afirmou que, em sua opinião, as Ongs atualmente exercem mais controle sobre a Amazônia do que o governo.
“As Ongs dominaram. Quem manda no Ibama, na Funai, são a Ong’s. É dinheiro internacional. O Brasil aceitou dinheiro internacional para as suas políticas ambientais. Dizem que a Marina (Silva) é respeitada lá fora. A Marina é um instrumento, um boneco. A Marina não me preocupa muito porque ela é simplesmente um instrumento.”, opinou Plínio.
Papel da CPI das ONG’s
O senador mencionou que o objetivo final da CPI das Ongs é esclarecer ao país que a Amazônia não tem soberania.
“A gente vai tentar mostrar no final da CPI. Crias projetos de lei e jogar luz nessa escuridão. O dinheiro e por que que ele entra? Quem controla? Porque não tem controle nenhum.”.
Veja a entrevista a partir de 1h32min
Foto: Reprodução