O presidente da Câmara Municipal de Manaus, vereador Caio André, em uma coletiva de imprensa, anunciou medidas enérgicas em resposta ao bloqueio financeiro realizado pela Prefeitura de Manaus no sistema da instituição. A situação, que o presidente classificou como “inadmissível”, ocorreu após uma votação polêmica na Câmara Municipal: negou autorização de um empréstimo de R$ 600 milhões pela prefeitura junto ao Banco do Brasil.
Bloqueio injustificado
O presidente enfatizou que o bloqueio do sistema financeiro da Câmara pela Prefeitura foi desnecessário e prejudicial, considerando que situações semelhantes poderiam ter sido resolvidas administrativamente, sem a necessidade de interrupção nos serviços da Câmara.
Possível retaliação política
Questionado sobre a possibilidade de o bloqueio ser uma retaliação pela votação ocorrida na Câmara, Caio André expressou a esperança de que não seja o caso. No entanto, ele destacou que, caso se confirme tal motivação, a situação seria ainda mais grave.
Irregularidades financeiras
O presidente mencionou possíveis irregularidades nos repasses financeiros, apontando uma diferença significativa na Contribuição para o Custeio do Serviço de Iluminação Pública (COSIP). Ele ressaltou que a Câmara buscará esclarecimentos e verificar se os repasses estão em conformidade com a legislação.
Providências jurídicas
Foi anunciado que a Câmara Municipal tomará todas as providências legais cabíveis diante da situação, incluindo possíveis ações judiciais. O departamento jurídico da instituição está avaliando as medidas apropriadas para lidar com o bloqueio e eventuais irregularidades.
Transparência e diálogo
O presidente da CMM destacou a importância da transparência e afirmou que a Câmara estará aberta ao diálogo com a comunidade para esclarecer os acontecimentos e garantir que as ações tomadas sejam compreendidas e apoiadas pela população.
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