Apesar de permanecer inativo desde maio e enfrentar uma estagnação no progresso desde 2009, o programa de pavimentação urbana, intitulado “Asfalta Manaus”, viu recentes acréscimos orçamentários que ultrapassam a considerável quantia de R$ 88,5 milhões. Os fundos foram alocados para a pavimentação de vias nas zonas Sul, Oeste e Norte da cidade até abril de 2024, conforme revelado em publicações recentes do Diário Oficial do Município (DOM).
Seis empresas foram selecionadas para executar os serviços, cada uma com sua especialização e sede em Manaus, AM. A Tercom Terraplenagem, ativa e com foco em construção de edifícios, possui um capital social de R$ 5.000.000,00 (cinco milhões de reais). A Ardo Construtora e Pavimentação, também localizada em Manaus, com atividade principal na construção de edifícios, possui um capital social de R$ 2.000.000,00 (dois milhões de reais). A CDC Empreendimentos, com capital social de R$ 1.000.000,00 (um milhão de reais), também se dedica à construção de edifícios. A Nale Construtora, com capital social de R$ 2.500.000,00 (dois milhões e quinhentos mil reais), e a Construtora Soma, com capital social de R$ 3.000.000,00 (três milhões de reais), ambas atuam na construção de edifícios. Por fim, a Compasso Construções, com um capital social de R$ 1.500.000,00 (um milhão e quinhentos mil reais), também está envolvida na construção de edifícios.
O programa “Asfalta Manaus” foi lançado em abril do ano anterior com a promessa ambiciosa de asfaltar 10 mil ruas até o término do mandato do prefeito David Almeida (Avante). No entanto, desde o seu lançamento, o programa consumiu mais de R$ 700 milhões em recursos públicos, alcançando apenas 20% da meta estipulada. Agora, cabe a essas seis empresas, com suas especialidades e capacidades individuais, a responsabilidade de cumprir a promessa do programa de pavimentação, enfrentando o desafio de asfaltar as 10 mil ruas até o término do mandato do prefeito.
Confira os extratos:
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