Arthur Neto declara desejo de voltar ao Congresso em transmissão ao vivo

Ex-senador e ex-prefeito de Manaus declara desejo de retornar ao Congresso em transmissão ao vivo, criticando o PSDB e o presidente Lula.
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“Acho que poderia ter participação no Congresso”. A declaração é do ex-senador e ex-prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto, que manifestou desejo de voltar à política em uma transmissão ao vivo realizada em rede social dele, na noite desta sexta-feira (24). Virgílio teceu fortes críticas ao Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), ao qual foi filiado, e ao presidente da república Luiz Inácio Lula da Silva.

O diplomata afirmou que ainda não está em fase de tomar posições. Ao dizer que sempre cuidou das eleições com o máximo de antecedência, disse: “tenho certeza que vou permanecer na vida pública. Aquilo que me for reservado, vou cumprir”.

Antes de tomar decisões com relação a qual partido escolherá, o ex-prefeito declarou que pretende curtir dezembro com a família. “Quero do Lula a mais absoluta distância. Já sei onde não quero ficar”, afirmou, enquanto respondia perguntas de internautas a respeito de um partido de escolha para retorno à vida pública. “Quem sabe?”, disse o diplomata, quando um dos participantes da transmissão mencionou o Partido Liberal (PL).

“Sei o que não quero. Não quero o PSDB ou um partido ligado ao Lula. O tempo vai dizer o que é melhor”, declarou.

Quando questionado sobre o porque não vê mais o PSDB com bons olhos, o ex-prefeito afirmou que a sigla perdeu respeito. Segundo ele, os grandes representantes da intelectualidade brasileira não estão mais presentes no grupo político.

“Fomos o melhor partido da América Latina. Não dá para comparar com essa coisa que está aí. Chamo o PSDB de ex-PSDB”, disse.

Críticas

O ex-prefeito de Manaus criticou o ministro da justiça e segurança pública do Brasil Flávio Dino dentro do contexto do encontro de Luciane Barbosa Farias, a “dama do tráfico amazonense”, com assessores do ministério da justiça.

Virgílio também citou a morte de Clériston Pereira da Cunha, 46, que morreu após um mal súbito no dia 20 de novembro. Ele foi um dos investigados pelos ataques a prédios públicos ocorridos em Brasília no dia 8 de janeiro. Clériston foi preso no Complexo Penitenciário da Papuda, na capital federal.

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