Nesta sexta-feira, 1º de dezembro, a Corte Internacional de Justiça (CIJ) proibiu a Venezuela de realizar ações militares contra a Guiana e impediu um referendo sobre a anexação da região de Essequibo. A área disputada, rica em petróleo, representa dois terços do território da Guiana.
A decisão destacou que a Guiana atualmente administra a região. A Venezuela ainda não respondeu oficialmente.
A disputa histórica intensificou-se com a descoberta de recursos petrolíferos. A CIJ afirmou sua jurisdição em abril, e Caracas preferia negociações diretas. O presidente da Guiana, Irfaan Ali, celebrou a decisão, enquanto a tensão persiste antes do referendo venezuelano.