Coronel preso do 8 de janeiro sofre das mesmas doenças que Clezão, alertam advogados

Defesa de coronel preso pede liberdade com base em condições de saúde semelhantes às de outro preso que morreu.
Redação O Poder
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Os advogados de defesa do coronel Jorge Naime elaboraram um pedido para a revogação de sua prisão, destacando a ausência de indícios criminosos e enfatizando sua condição de saúde.

Argumentam que o inquérito policial foi encerrado em junho de 2023, impossibilitando o coronel de interferir na produção de provas. Alertam sobre o agravamento de sua condição médica, mencionando complicações similares às do preso que morreu na Papuda Cleriston Pereira da Cunha, que intensificaram a deterioração de seu quadro clínico.

Os advogados citam um laudo após um episódio de desmaio na prisão, ressaltando que o coronel está impedido de continuar tratamentos iniciados antes da detenção. Concluem enfatizando que, há mais de nove meses, Naime enfrenta a prisão isolado, longe da família, e sofre críticas e acusações indevidas que maculam sua reputação de mais de 30 anos de serviço público.

O ex-comandante da PMDF, coronel Jorge Eduardo Naime, foi hospitalizado após sentir dores no peito nesta segunda-feira (4). Diagnosticado com tromboflebite aguda, Naime, atualmente cumprindo pena, foi preso em relação a atos de vandalismo em Brasília no início do ano, sendo acusado de omissão pela Procuradoria-Geral da República. Sua defesa alega que, na data dos incidentes, ele estava de licença e sem conhecimento do planejamento dos atos.

*Com informações do site Diário do Poder

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