A Frente Parlamentar Evangélica emitiu um pronunciamento repudiando a decisão do Governo Federal de revogar a isenção tributária sobre salários de ministros de confissão religiosa, concedida pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em agosto de 2022. A medida foi revogada pela Receita Federal em 17 de janeiro de 2024, conforme publicado no Diário Oficial da União.
Os parlamentares evangélicos consideram a decisão um “ataque explícito” ao segmento religioso, importante na sociedade brasileira, afirmando que tal ação afasta a população cristã do governo e perpetua ataques contra aqueles que não apoiam as propostas governamentais.
A nota de repúdio destaca o compromisso histórico da Frente com os preceitos constitucionais, repudia a decisão do Secretário da Receita Federal, alegando insegurança jurídica e violação da Lei 8.212.1991 e preceitos constitucionais. Os parlamentares esperam que o Governo Federal reconsidere a decisão, argumentando que atacar o segmento cristão contradiz a pregação de pacificação e configura atos de perseguição.