O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luís Roberto Barroso, rejeitou 192 pedidos de suspeição e impedimento do ministro Alexandre de Moraes. Estes pedidos foram apresentados por investigados e réus dos fatos ocorridos em 8 de janeiro de 2023, em Brasília.
Dentre os que pediam a saída de Moraes dos processos estava o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Bolsonaro argumentava que Moraes não poderia julgar o caso, pois admitiu ser vítima dos ataques.
Barroso destacou que as alegações dos pedidos eram insuficientes, genéricas e subjetivas, carecendo de embasamento jurídico sobre supostos conflitos na atuação de Moraes.
O ministro argumentou que os fatos narrados pelos investigados não caracterizavam as situações legais que impossibilitariam a atuação de Moraes.
Assim, Barroso decidiu que Moraes estava apto a seguir como relator das investigações, frustrando as defesas dos investigados e réus.