Coronel Menezes já tem novo partido e crescem rumores de que será vice de Roberto Cidade

Coronel Menezes deixa o PL e se filia ao Progressistas no Amazonas, com rumores de possível vice na chapa de Roberto Cidade.
Redação O Poder
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O coronel Alfredo Menezes está iniciando um novo capítulo em sua carreira política e começa bem. Após ser preterido no Partido Liberal (PL) no Amazonas, liderado por Alfredo Nascimento, o militar da reserva do Exército ingressará nas fileiras do Partido Progressistas.

Na noite desta segunda-feira (1/4), o Coronel Menezes anunciou em suas redes sociais sua filiação ao Progressistas e sua posse como presidente do diretório municipal do partido. O evento está marcado para a noite da próxima quinta-feira (4/4) e está gerando expectativas. O Progressistas faz parte do arco de alianças do governador Wilson Lima e é comandado por Rodrigo de Sá, diretor-presidente do Detran-AM.

Coronel Menezes, uma figura importante da direita no Amazonas, deixou o PL no mês passado. Segundo ele, um dos motivos foi o fato de o presidente estadual do PL ter barrado a chapa puro-sangue do partido, que seria composta pelo deputado federal Alberto Neto e por Menezes. O PL lançou sua pré-candidatura à prefeitura de Manaus sem Menezes como vice.

O compadre de Bolsonaro, buscando uma nova filiação partidária após o veto de Nascimento, se aproximou do governador Wilson Lima e confirmou presença no evento de lançamento da pré-candidatura de Roberto Cidade pelo partido União Brasil. Sua presença na posse de Roberto Cidade como presidente do União Brasil Manaus também foi destacada, ao lado do governador.

Passo firme

Sua filiação ao Progressistas e sua posse como presidente do diretório municipal demonstram um passo firme em sua trajetória. Ao se unir a este partido, que faz parte das alianças do governador Wilson Lima, Menezes mostra uma estratégia de colaboração e fortalecimento político. Sua presença em eventos políticos importantes, ao lado de figuras de destaque como o governador, ressalta sua relevância no cenário político local.

Expulsão

Menezes se mantinha no PL devido a uma liminar judicial, e a falta de solicitação do partido para suspender sua expulsão indica que a suposta “união da direita” foi apenas uma estratégia para ganhar tempo.

O político acionou as esferas judicial e administrativa, no final de agosto do ano passado, contestando a decisão da Comissão Municipal do PL de expulsá-lo da sigla após desentendimentos como Alberto Neto, o presidente municipal da legenda.

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