Em um episódio controverso nas redes sociais, Ricardo Cappelli, ex-secretário do Ministério da Justiça e figura notável do governo Lula, foi objeto de checagem após uma de suas publicações no Twitter/X, plataforma de Elon Musk. Na manhã de sábado, Cappelli divulgou que o TikTok, aplicativo da gigante chinesa ByteDance, estaria banido dos Estados Unidos, uma informação que posteriormente se revelou inverídica.

Cappelli, em seu post, não apenas errou sobre o status do TikTok nos EUA mas também aproveitou para dirigir críticas ao empresário Elon Musk, referindo-se a ele como “valentão da extrema direita” e apontando uma suposta incoerência entre as ações do magnata e seu discurso a favor da liberdade de expressão. Ele insinuou que Musk estaria se beneficiando com o alegado banimento do concorrente TikTok em território norte-americano.
O tom da publicação intensificou-se quando o ex-secretário sugeriu que Musk considera o Brasil uma “República bananeira” onde ele pode desafiar a autoridade suprema da Corte. Cappelli, em sua conclusão, expressou solidariedade ao STF, apesar de sua afirmação inicial ter sido marcada como fake news pela própria rede social X.
Este incidente reflete as complicações na disseminação de informações por figuras políticas e a dinâmica cada vez mais intrincada entre liberdade de expressão, checagem de fatos e geopolítica nas plataformas digitais.