O ex-presidente da República, Jair Bolsonaro (PL), reforçou nesta quinta-feira (18) a convocação para um novo ato democrático, a ser realizado no próximo domingo (21), a partir das 10h, na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro (RJ).
O convite sugere as denúncias que estão sendo feitas contra as autoridades brasileiras sobre violações e censura, especialmente envolvendo o ministro Alexandre de Moraes, e repercutidas em nível mundial. As denúncias seguem ganhando novos capítulos com a comissão da Câmara dos EUA apontando campanha de censura no Brasil e Elon Musk afirmando hoje que “a lei quebrou a lei”.
“Olá, amigos de todo o Brasil. No momento em que o mundo todo toma conhecimento de o quanto está ameaçada a nossa liberdade de expressão e de o quanto estamos perto de uma ditadura, é que eu faço um apelo a vocês, um convite. No próximo domingo, às 10 da manhã, em Copacabana, vamos fazer o nosso ato pacífico em defesa da democracia, pela nossa liberdade.”, reforça Bolsonaro em vídeo publicado em uma rede social.
“O que está em jogo não é o meu, não é o teu futuro, é o futuro de todos nós, nossos filhos e dos nossos netos. Repito, sem cartazes, sem qualquer faixa, vamos lá fazer essa manifestação que novamente será para uma fotografia para o mundo. E nós discutimos aí realmente o nosso estado democrático. Muito obrigado a todos vocês. Compareça, o Brasil é nosso. Deus, Pátria, Família e Liberdade.”, acrescenta.
Em 6 de abril, Bolsonaro fez a primeira convocação para o novo ato, depois da mega manifestação na Avenida Paulista em fevereiro deste ano.
“Estaremos dando continuidade ao que aconteceu em São Paulo, no dia 25 de fevereiro. Estamos discutindo, levando informações para vocês, juntamente com autoridades e o pastor Silas Malafaia sobre o nosso Estado democrático de direito”.
Na mensagem, o ex-capitão disse que falaria sobre “a maior fake news da história do Brasil”, que, segundo ele, é o documento que a Polícia Federal aponta como a “minuta de golpe”.