O Governo do Amazonas anunciou a exoneração de três altos funcionários devido a investigações relacionadas a uma denúncia durante o pleito de 2024. O governador Wilson Lima decidiu afastar Fabrício Rogério Cyrino Barbosa, secretário de Administração, Marcos Apolo Muniz de Araújo, secretário de Cultura e Economia Criativa, e Armando Silva do Valle, diretor-presidente da Companhia de Saneamento do Amazonas (Cosama).
A medida visa garantir a lisura das investigações e assegurar que os exonerados possam se defender de maneira justa. O governo ressaltou que, caso as investigações comprovem a inocência dos citados, eles poderão retornar aos seus cargos.
A decisão ocorre após a divulgação de um vídeo que mostra supostas articulações em favor da candidata a prefeita de Parintins, Brena Dianná (UB), envolvendo a Polícia Militar (PM).
Além disso, seguindo recomendações do Ministério Público do Estado (MPE-AM), o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Klinger Paiva, exonerou o tenente-coronel Jackson Ribeiro dos Santos e o capitão Guilherme Navarro Barbosa Martins, que agora desempenharão funções administrativas até o fim das investigações.
NOTA OFICIAL
O Governo do Amazonas informa que, diante dos fatos recentes e para que a Justiça possa realizar o trabalho de investigação que julgar necessário, o governador Wilson Lima está exonerando Fabrício Rogério Cyrino Barbosa e Marcos Apolo Muniz de Araújo, dos cargos de Secretário de Estado de Administração e Secretário de Estado de Cultura e Economia Criativa, respectivamente; e Armando Silva do Valle, do cargo de diretor-presidente da Companhia de Saneamento do Amazonas (Cosama).
O Governo do Estado reforça que, além de garantir a lisura das investigações, o ato tem como objetivo permitir que os citados se defendam de forma isonômica e justa. Ao final do processo legal de investigação, em se comprovando a inocência das partes, os mesmos retornam aos cargos.
Por fim, seguindo recomendação do Ministério Público do Estado (MPE-AM), o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Klinger Paiva, exonerou o tenente-coronel Jackson Ribeiro dos Santos do cargo de Comandante das Rondas Ostensivas Cândido Mariano e o capitão Guilherme Navarro Barbosa Martins, que integrava a Companhia de Operações Especiais (COE), que passam a realizar funções administrativas até o fim das investigações.