Após derrota eleitoral, prefeito de Eirunepé firma contrato com empresa condenada por fraude

Prefeito de Eirunepé assina contrato milionário com empresa condenada por irregularidades em licitações.
Redação O Poder
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Após perder nas urnas, o prefeito de Eirunepé, Raylan Barroso, tomou decisões controversas que incluem a assinatura de um contrato de R$ 735.920,58 com a Printisilva Gráfica, Editora, Indústria e Comércio de Embalagens de Papeis LTDA, uma empresa de Manaus já condenada pelo Tribunal de Contas da União (TCU) por envolvimento em fraudes. O contrato, publicado no Diário Oficial dos Municípios no dia 30 de outubro, destina-se a fornecer materiais gráficos para a prefeitura até o final de dezembro, mas foi firmado sem análise de idoneidade da empresa, o que pode acarretar implicações legais para o gestor.

A falta de transparência no contrato, que não detalha itens ou valores unitários dos serviços, e a escolha de uma empresa com histórico de problemas e sede em Manaus, distanciada de Eirunepé, levantam ainda mais suspeitas. A Printisilva, que já esteve envolvida em fraudes de contratos com a Polícia Federal e acumula pendências legais, foi proibida de firmar contratos com o governo federal por cinco anos, mas segue atuando no interior do Amazonas, gerando preocupações sobre a administração pública e a transição para a prefeita eleita, Professora Áurea.

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