A disputa pelos custos da “realeza” brasileira e britânica continua acirrada. De acordo com os dados, em 2022 a família real do Reino Unido custava R$601 milhões, enquanto os 11 ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) chegavam a R$851,7 milhões – quase um quarto de bilhão a mais. E a tendência é que essa diferença só aumente. As informações são da coluna Cláudio Humberto, do site Diário do Poder.
Estimativas apontam que em 2025 os gastos do STF chegarão a impressionantes R$953,8 milhões, rivalizando até mesmo com os R$980 milhões previstos para a realeza britânica. Enquanto os custos da família real ganharam um “aumento” de 53% em 2025, devido a retornos recordes de seus investimentos, os gastos do STF só crescem ano após ano no Brasil.
Vale ressaltar que o Supremo do Reino Unido opera com um orçamento anual de apenas R$97 milhões, quase 10 vezes menor que o de seu contraparte brasileiro. Ainda, entre 2022 e 2023, os custos do Judiciário britânico caíram mais de R$7,4 milhões, em contraste com a realidade inflacionária do STF.
Além disso, se somados os gastos com segurança da família real, o custo total chega a R$150 milhões anuais. Fica evidente que os altos custos do STF demandam maior controle e transparência, especialmente quando comparados aos da realeza de fato.