Os Correios registraram prejuízo recorde de R$ 2 bilhões entre janeiro e setembro de 2024, superando rombos anteriores. A estatal, presidida por Fabiano Silva dos Santos, atribui o déficit à “herança contábil” da gestão anterior e à “taxa das blusinhas”. Medidas como teto de gastos e suspensão de contratações foram adotadas para conter as perdas.
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