Bancada do Amazonas se articula para definição das presidências da Câmara e do Senado

Deputados e senadores do Amazonas se articulam para definir os próximos presidentes da Câmara e do Senado.
Redação O Poder
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Deputados e senadores brasileiros terão a missão de escolher os presidentes e a mesa diretora das duas casas legislativas no próximo sábado (1°). A disputa para as presidências do Senado e da Câmara dos Deputados já está esquentando, com os parlamentares destacando os favoritos para os postos. No Senado, o nome mais cotado é o do presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), senador Davi Alcolumbre (União Brasil), enquanto na Câmara o deputado federal Hugo Motta (Republicanos) lidera as preferências.

A discussão dos alinhamentos iniciou ainda em 2024, quando os partidos começaram a discutir os apoios aos candidatos. Alcolumbre, por exemplo, conta com o respaldo de sete partidos, incluindo o MDB de Eduardo Braga e o PSD de Omar Aziz, ambos do Amazonas. O PSDB, partido do senador Plínio Valério, optou por não apoiar nenhum dos candidatos. No Senado, Alcolumbre também tem o apoio do atual presidente da Casa, Rodrigo Pacheco (PSD-MG).

A soma das legendas que até então apoiam Alcolumbre são um total de 61 senadores, mas ele ainda precisa de 41 votos para garantir a vitória.

Já na Câmara, o deputado Hugo Motta (Republicanos) apresenta um cenário mais positivo para vencer. O parlamentar, que é apoiado por 17 partidos, conta com o respaldo de siglas como PL, PSD, União Brasil e Cidadania, que também incluem deputados federais do Amazonas.

Em dezembro, Hugo Motta em reunião com membros da bancada amazonense, e o apoio ao candidato foi reforçado. Participaram da reunião os deputados Sidney Leite (PSD), Saullo Vianna (Licenciado), Átila Lins (PSD), Adail Filho (Republicanos), Silas Câmara (Republicanos) e Capitão Alberto Neto (PL).

Para ser eleito presidente da Câmara, Motta precisa de pelo menos 257 votos favoráveis.

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