Promotora do MPAM diz que aumento da passagem de ônibus não teve estudo para reajuste

Promotora do MPAM afirma que não houve estudo adequado para reajuste da passagem de ônibus em Manaus.
Redação O Poder
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A Promotora Sheila Andrade, da 81ª Prodecon do Ministério Público do Amazonas (MPAM), explicou a atuação do órgão em relação ao reajuste da passagem de ônibus que foi anunciado pela Prefeitura de Manaus desde janeiro. Ao tomar conhecimento da possibilidade do reajuste, o Ministério Público instaurou um procedimento e estipulou um prazo para que o município fornecesse as informações necessárias. No entanto, as respostas enviadas pela administração municipal foram vagas e insuficientes, o que gerou desconfiança quanto à viabilidade do reajuste.

Diante da falta de esclarecimentos adequados, o Ministério Público ingressou com uma ação no dia 13 de fevereiro, que foi distribuída para uma Vara de Fazenda Pública. Em 14 de fevereiro, o pedido foi parcialmente deferido, suspendendo a aplicação do reajuste por cinco dias, para que o Ministério Público pudesse analisar os documentos apresentados pelo município. A Promotora ressaltou que esses documentos só foram enviados após o ajuizamento da ação, ao contrário do que foi informado na mídia, quando o município alegou ter enviado as informações anteriormente.

Com o prazo de cinco dias estabelecido para a análise, Sheila Andrade informou que o Ministério Público está revisando minuciosamente os documentos, impugnando aquilo que considera inadequado ou injustificado, buscando garantir que as decisões tomadas sejam razoáveis e em conformidade com o interesse público.

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