A Brazil Potash Corp. empresa listada na NYSE-American com a sigla GRO, que desenvolve e constrói o maior projeto de fertilizantes de potássio do Brasil anunciou nesta terça-feira (25/02) que, sua subsidiária Potássio do Brasil recebeu a liberação para iniciar as atividades de Resgate de Fauna e de Supressão Vegetal na Área de Lavra do Projeto Potássio Autazes, representando um marco importante na fase de instalação do Projeto, pois irá permitir e liberar a escavação de dois poços profundos (Shafts) de acesso à mina subterrânea de potássio na área. O trabalho no local está planejado para começar em breve.
O escopo do trabalho foi planejado e projetado pela Potássio do Brasil em conformidade com as Licenças Ambientais emitidas pelo Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas – IPAAM que autoriza a empresa a executar as atividades de construção do projeto. Estas atividades seguem as etapas a serem cumpridas para atender a todas as exigências do órgão ambiental dentro de um cronograma de atividades sequenciais, ao mesmo tempo que permite a continuação da construção de todas as instalações do Projeto.
“As empresas para os serviços de Resgate de Fauna e Supressão Vegetal já foram previamente escolhidas, estamos dando mais um passo de vital importância na Implantação do Projeto, garantindo que não haverá interferência com a preservação e o patrimônio cultural amazônico para as futuras gerações.”, disse Adriano Espeschit, presidente da Potássio do Brasil, subsidiária Brasileira da Empresa. “As áreas de implantação do Projeto são alvos de estudos anteriores e aprofundados, conforme aprovado junto ao IPAAM e ao IPHAN. Cada marco alcançado nos aproxima mais de fornecer ao Brasil uma fonte nacional de fertilizante de potássio, o que é importante para a produtividade agrícola e a segurança alimentar do país”, complementou Espeschit.
“Serão mais oportunidades de empregos diretos e indiretos que estaremos proporcionando na Vila de Urucurituba, em Autazes e na região, através das empresas contratadas pela Potássio do Brasil, que priorizarão a mão de obra local.” frisou Raphael Bloise, Diretor de Projetos da Potássio do Brasil e responsável direto pelas obras em Autazes.
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