O ex-prefeito de Manacapuru, Beto D’Ângelo (PRB), teve suas contas eleitorais desaprovadas pelo juiz Marco Aurélio Plazzi Palis, da 6ª Zona Eleitoral de Manacapuru. A decisão foi publicada no Diário Eletrônico do Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (DJE/TRE-AM), em 27 de fevereiro, e se refere à desaprovação das contas do Partido Republicanos de Manacapuru. O motivo principal da reprovação foi a não apresentação dos extratos bancários da movimentação da campanha eleitoral, o que comprometeu a transparência financeira da campanha.
De acordo com a decisão, foi constatada uma pequena movimentação financeira durante a campanha, mas a ausência de documentos obrigatórios, como os extratos bancários completos, inviabilizou a fiscalização da Justiça Eleitoral. O juiz Marco Aurélio destacou que essa falha representa uma falta grave, pois prejudica o controle das finanças e, consequentemente, a confiabilidade das contas eleitorais.
Beto D’Ângelo, como presidente do partido, será responsabilizado pelas irregularidades identificadas. O Ministério Público Eleitoral (MPE) se manifestou a favor da desaprovação das contas, reforçando a gravidade da falta de transparência. A decisão do TRE-AM reafirma a importância da regularidade na prestação de contas eleitorais para garantir a lisura do processo eleitoral e a confiabilidade das campanhas.
O ex-prefeito de Manacapuru, Beto D’Ângelo (PRB), teve suas contas eleitorais desaprovadas pelo juiz Marco Aurélio Plazzi Palis, da 6ª Zona Eleitoral de Manacapuru. A decisão foi publicada no Diário Eletrônico do Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (DJE/TRE-AM), em 27 de fevereiro, e se refere à desaprovação das contas do Partido Republicanos de Manacapuru. O motivo principal da reprovação foi a não apresentação dos extratos bancários da movimentação da campanha eleitoral, o que comprometeu a transparência financeira da campanha.
De acordo com a decisão, foi constatada uma pequena movimentação financeira durante a campanha, mas a ausência de documentos obrigatórios, como os extratos bancários completos, inviabilizou a fiscalização da Justiça Eleitoral. O juiz Marco Aurélio destacou que essa falha representa uma falta grave, pois prejudica o controle das finanças e, consequentemente, a confiabilidade das contas eleitorais.
Beto D’Ângelo, como presidente do partido, será responsabilizado pelas irregularidades identificadas. O Ministério Público Eleitoral (MPE) se manifestou a favor da desaprovação das contas, reforçando a gravid kade da falta de transparência. A decisão do TRE-AM reafirma a importância da regularidade na prestação de contas eleitorais para garantir a lisura do processo eleitoral e a confiabilidade das campanhas.
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