CPI dos Empréstimos: vereador diz que investigação terá ‘plano B’ se CMM não instalar comissão

Vereador diz que CPI dos Empréstimos terá 'plano B' caso Câmara Municipal de Manaus não a instale.
Redação O Poder
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A tentativa de instalar uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar empréstimos contraídos pela Prefeitura de Manaus enfrenta dificuldades na Câmara Municipal. Com apenas 10 assinaturas confirmadas até o momento, o vereador Coronel Rosses (PL), que assumiu a articulação da proposta, afirmou que já está sendo preparado um “plano B” para garantir que a investigação ocorra.

A ideia da CPI foi inicialmente proposta por Rodrigo Guedes (PP), que se afastou da liderança após desentendimentos durante a coleta de assinaturas. Desde então, Rosses assumiu a frente das negociações, mantendo tratativas em sigilo com os demais parlamentares. “Tenho respeitado o acordo de confidencialidade feito com os colegas. O foco é viabilizar a apuração, não transformar isso em espetáculo”, disse.

Para protocolar oficialmente a CPI, são necessárias 13 assinaturas. Segundo Rosses, há um parlamentar que já sinalizou apoio, mas só deve assinar após a confirmação de mais três nomes. “Estamos confiantes. Caso a comissão não seja instalada, vamos adotar outra estratégia, que será anunciada em breve”, afirmou.

Além do caminho alternativo citado por Rosses, Rodrigo Guedes já havia indicado que, se houver recusa por parte da presidência da Câmara, o grupo poderá acionar o Judiciário. “Não é necessário passar pela CCJ. Se houver negativa do presidente, vamos à Justiça”, disse o parlamentar.

Até agora, apoiam a CPI os vereadores Rodrigo Guedes, Rodrigo Sá (PP), Capitão Carpê (PL), Sargento Salazar (PL), Coronel Rosses (PL), José Ricardo (PT), Raiff Matos (PL), Diego Afonso (UB), Thaysa Lippy (Republicanos) e Ivo Neto (PMB).

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