A revista britânica The Economist fez duras críticas à atuação internacional do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, especialmente em relação ao seu posicionamento sobre guerras na Europa e no Oriente Médio. Em uma publicação recente, a revista sugeriu que o Brasil deveria concentrar seus esforços em questões internas, afirmando que o país “não importa tanto” quando se trata de conflitos globais.
“Ele deveria parar de fingir que importa e se concentrar em questões mais próximas”, escreveu a publicação oficial da revista nas redes sociais, numa crítica direta à política externa adotada pelo governo brasileiro.
A publicação repercutiu nas redes sociais, especialmente entre parlamentares e críticos do governo. A deputada federal Sonaira Fernandes (PL-SP) compartilhou a postagem com a legenda: “É uma estratégia ruim, mas ainda assim, uma estratégia, para tentar ludibriar os brasileiros”, em referência à atuação de Lula em fóruns internacionais.
A crítica da The Economist ocorre em meio ao esforço do presidente para se posicionar como mediador de conflitos internacionais, como a guerra entre Rússia e Ucrânia e tensões no Oriente Médio. No entanto, a revista britânica argumenta que o papel do Brasil nesses temas tem pouca relevância geopolítica e que o foco do governo deveria estar em resolver os problemas internos do país.
A assessoria de imprensa do Palácio do Planalto ainda não se manifestou sobre a crítica feita pela revista até o momento.