Carlos Bolsonaro planeja candidatura ao Senado por Roraima, diz jornalista

Vereador do Rio de Janeiro estaria se preparando para disputar uma vaga no Senado pelo estado de Roraima nas eleições de 2026, segundo jornalista.
Redação O Poder
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Segundo a jornalista Cineyda Correia, do portal Política Macuxi, o vereador do Rio de Janeiro Carlos Bolsonaro (PL) estaria se preparando para mudar seu domicílio eleitoral para Roraima com o objetivo de disputar uma vaga no Senado nas eleições de 2026. A informação foi compartilhada pela repórter em meio a movimentações políticas que já começam a redesenhar o cenário da disputa no estado.

De acordo com Cineyda, a decisão pode estar relacionada à resistência que o “filho 02” do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) encontrou em Santa Catarina, onde chegou a ser cogitado como candidato ao Senado. Uma pesquisa do Instituto Neokemp, encomendada pelo portal ND Mais, indicou que 52,2% dos eleitores catarinenses não votariam nele e que 71% consideram uma candidatura de alguém “de fora” como um desrespeito à política local. Esses números, segundo analistas, teriam inviabilizado a consolidação de seu nome no estado do Sul.

Em Roraima, o movimento de Carlos Bolsonaro pode alterar o tabuleiro eleitoral, que já conta com nomes consolidados e de grande capital político. Entre os possíveis concorrentes estão o governador Antonio Denarium, a ex-prefeita de Boa Vista Teresa Surita, o senador Mecias de Jesus, o senador Chico Rodrigues e a empresária Maria das Neves Assato.

A jornalista também destaca que a força política da família Bolsonaro em Roraima é significativa, especialmente após os altos índices de votação conquistados pelo ex-presidente nas últimas eleições. Esse cenário, somado a alianças locais, pode representar uma estratégia para garantir uma base mais sólida e menos hostil que a encontrada em outros estados.

Caso a mudança se concretize, Carlos Bolsonaro entraria na disputa como um nome nacional em um pleito estadual altamente competitivo, onde o alinhamento político com figuras já influentes no governo e no Congresso pode ser determinante para a viabilidade eleitoral.

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