‘Conversa de bêbada com delegado’, diz Eduardo Braga ao criticar Marina Silva sobre a BR-319

Senador critica declarações da ministra Marina Silva sobre os entraves ambientais para a pavimentação da BR-319 no Amazonas.
Redação O Poder
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O senador Eduardo Braga (MDB-AM) criticou a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, em entrevista recente, ao comentar os entraves ambientais para o asfaltamento da BR-319, estrada que liga Manaus (AM) a Porto Velho (RO). Durante a fala, Braga classificou as declarações da ministra como uma “conversa de bêbado para delegado”, afirmando que os estudos ambientais sobre a rodovia já foram concluídos e não podem mais ser usados como justificativa para o atraso das obras.

Segundo Braga, já existem pelo menos três estudos de impacto ambiental sobre fauna, flora e populações indígenas realizados para a BR-319. Além disso, destacou que o termo de referência do Ibama também está pronto e que as áreas de preservação foram demarcadas.

“O verdadeiro cego é aquele que não quer enxergar. Isso nada mais é do que uma luta política ideológica da Marina, que tem compromissos com quem financia as ONGs e o terceiro setor. Não é ciência”, disse o senador.

Argumentos do senador sobre o impacto ambiental

Braga defendeu que o asfaltamento da BR-319, ao contrário de prejudicar, traria benefícios ambientais. Segundo ele, a atual situação da estrada exige a retirada constante de pedras da natureza para manutenção do tráfego, além do uso de pontes de madeira, o que implica em derrubada de árvores.

“Asfaltar a BR-319 vai fazer bem ao meio ambiente, ao contrário de fazer mal”, argumentou o parlamentar.

O senador também citou que a governança ambiental poderia ser feita com uso de drones e satélites geoestacionários da Telebrás, garantindo a fiscalização contra o desmatamento ilegal ao longo da rodovia.

Para Eduardo Braga, a obra já tem todas as condições técnicas para avançar e o que impede sua execução é uma disputa política.

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