Pesquisa nacional aponta Porto Velho como a capital mais bem avaliada do Brasil

Pesquisa nacional aponta Porto Velho como a capital com melhor avaliação de serviços públicos no país.
Redação O Poder
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Um levantamento nacional realizado pelo Instituto Veritá apontou Porto Velho (RO) como a capital com melhor avaliação de gestão pública no Brasil. A pesquisa ouviu mais de 100 mil pessoas nas 26 capitais e avaliou a qualidade dos serviços oferecidos pelas prefeituras em áreas consideradas essenciais, como saúde, educação, saneamento básico e infraestrutura urbana.

Com base nas respostas, os entrevistados atribuíram notas às administrações municipais, o que resultou em um ranking geral de aprovação. Porto Velho, sob a gestão do prefeito Léo Moraes (Podemos), alcançou 94,5% de aprovação, liderando o levantamento.

Na sequência aparecem São Luís (MA), administrada por Eduardo Braide (PSD), com 90,6%, e Macapá (AP), sob o comando de Antônio Furlan (MDB), que registrou 85,2% de aprovação. O resultado chama atenção para o bom desempenho de capitais das regiões Norte e Nordeste, que superaram grandes centros urbanos do país.

Grandes capitais fora do topo
O estudo também revela que cidades com maior população não figuram entre as mais bem avaliadas. O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PSD), aparece apenas na 13ª colocação, com 53,3% de aprovação, sendo o melhor posicionado entre as grandes capitais. São Paulo, administrada por Ricardo Nunes (MDB), ocupa o 20º lugar no ranking. Belo Horizonte surge na 19ª posição, com 45,9%, sob a gestão de Álvaro Damião (União).

Manaus entre as piores avaliações
Na parte inferior do ranking, Manaus aparece como uma das capitais com pior desempenho na avaliação dos serviços públicos. A gestão do prefeito David Almeida (Avante) obteve apenas 18,1% de aprovação, ficando à frente apenas de Campo Grande (MS).

A pior colocação do ranking foi ocupada por Campo Grande, administrada por Adriana Lopes (PP), com 5,2% de aprovação. Em seguida aparece Rio Branco (AC), sob a gestão de Tião Bocalom (PL), que alcançou 29,5%.

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