Maria do Carmo defende Bolsonaro e critica seletividade judicial

Pré-candidata do PL ao Governo do Amazonas cobra isonomia do STF e cita caso de Fernando Collor ao desejar 'saúde e liberdade' ao ex-presidente em seu aniversário de 71 anos
Redação O Poder
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Neste sábado (21/03), data em que o ex-presidente Jair Bolsonaro completa 71 anos, a pré-candidata do PL ao Governo do Amazonas, Professora Maria do Carmo, utilizou suas redes sociais para prestar uma homenagem que misturou felicitações e críticas ao atual cenário jurídico do país. No depoimento, Maria do Carmo desejou saúde e liberdade ao líder da direita, destacando a resiliência de sua família diante do que classificou como “injustiças”.

“Hoje é o aniversário do nosso líder Jair Bolsonaro. Um momento que, para ele e sua família, carrega o significado da força e da resistência. Existem momentos na vida pública que nos lembram de algo simples: acima de qualquer disputa política está o valor da vida”, pontuou a pré-candidata.

Críticas ao Judiciário e Comparação com Collor

A professora, que se posiciona como a única representante da direita na disputa pelo governo estadual, aproveitou a data para levantar um questionamento sobre a isonomia nas decisões do Supremo Tribunal Federal (STF). Ela citou o exemplo do ex-presidente Fernando Collor, que obteve prisão domiciliar devido a fragilidades na saúde, para contrastar com o tratamento dispensado a Bolsonaro.
Maria do Carmo direcionou críticas pontuais à condução de processos pelo ministro Alexandre de Moraes:

• Cobrança por Humanidade: Para ela, a justiça precisa ser “firme, mas humana e igual para todos”.

• Seletividade: A pré-candidata sugeriu que, no caso de Bolsonaro, parece haver um “entendimento diferente” por parte da Suprema Corte.

Mensagem de Resistência

Encerrando sua nota, Maria do Carmo reforçou seu apoio pessoal e político, desejando ao aniversariante pronta recuperação e “fé e resistência”. A manifestação consolida o alinhamento total da pré-candidata com a base bolsonarista no Amazonas, estado onde o ex-presidente mantém um eleitorado fiel e expressivo.

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