Wilson Lima e Tadeu de Souza renunciam e Roberto Cidade assume o AM

Ao contrário do que prometeu semanas antes, governador deixa o cargo para focar no Senado; saída conjunta com o vice Tadeu de Souza entrega o comando do Estado ao presidente da ALEAM, Roberto Cidade
Redação O Poder
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No limite do prazo de desincompatibilização, o cenário político do Amazonas sofreu a sua maior transformação da década. Em uma decisão coordenada que reconfigura o xadrez eleitoral de 2026, o governador Wilson Lima (União Brasil) e o vice-governador Tadeu de Souza (Avante) renunciaram aos seus mandatos neste sábado, 4 de abril.

A saída simultânea da chapa majoritária encerra meses de mistério e contraria o discurso mantido por Wilson Lima até março, quando o governador declarou publicamente que permaneceria no cargo até 5 de janeiro de 2027.

O “Pulo do Gato” para o Senado

A renúncia de Wilson Lima atende a uma estratégia de ascensão nacional. O agora ex-governador deixa o Palácio da Compensa para focar em uma das duas vagas em disputa para o Senado Federal. Aliados afirmam que a decisão foi amadurecida após pesquisas internas indicarem uma janela de oportunidade única, apesar do risco político de entregar o comando do Estado antes do fim do mandato.

Efeito Dominó nos Bastidores

A grande surpresa, no entanto, ficou por conta de Tadeu de Souza. Considerado o sucessor natural para assumir o governo e tentar a reeleição, o vice-governador optou por não herdar a caneta. Em vez disso, Tadeu oficializou sua saída para buscar uma vaga na Câmara dos Deputados, fortalecendo a bancada do Amazonas em Brasília e mantendo sua aliança estratégica com o grupo de Wilson Lima.

Quem assume o comando?

Com a vacância total do Executivo Estadual, quem assume as rédeas do Amazonas é o presidente da Assembleia Legislativa do Amazonas (ALEAM), Roberto Cidade (União).

Cidade assume um governo com orçamento recorde e o desafio de manter a máquina pública funcionando em pleno ano eleitoral, tornando-se, instantaneamente, a figura central nas negociações políticas do estado.

No limite do prazo de desincompatibilização, o cenário político do Amazonas sofreu a sua maior transformação da década. Em uma decisão coordenada que reconfigura o xadrez eleitoral de 2026, o governador Wilson Lima (União Brasil) e o vice-governador Tadeu de Souza (Avante) renunciaram aos seus mandatos neste sábado, 4 de abril.

A saída simultânea da chapa majoritária encerra meses de mistério e contraria o discurso mantido por Wilson Lima até março, quando o governador declarou publicamente que permaneceria no cargo até 5 de janeiro de 2027.

O “Pulo do Gato” para o Senado

A renúncia de Wilson Lima atende a uma estratégia de ascensão nacional. O agora ex-governador deixa o Palácio da Compensa para focar em uma das duas vagas em disputa para o Senado Federal. Aliados afirmam que a decisão foi amadurecida após pesquisas internas indicarem uma janela de oportunidade única, apesar do risco político de entregar o comando do Estado antes do fim do mandato.

Efeito Dominó nos Bastidores

A grande surpresa, no entanto, ficou por conta de Tadeu de Souza. Considerado o sucessor natural para assumir o governo e tentar a reeleição, o vice-governador optou por não herdar a caneta. Em vez disso, Tadeu oficializou sua saída para buscar uma vaga na Câmara dos Deputados, fortalecendo a bancada do Amazonas em Brasília e mantendo sua aliança estratégica com o grupo de Wilson Lima.

Quem assume o comando?

Com a vacância total do Executivo Estadual, quem assume as rédeas do Amazonas é o presidente da Assembleia Legislativa do Amazonas (ALEAM), Roberto Cidade (União).

Cidade assume um governo com orçamento recorde e o desafio de manter a máquina pública funcionando em pleno ano eleitoral, tornando-se, instantaneamente, a figura central nas negociações políticas do estado.

 

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