No limite do prazo de desincompatibilização, o cenário político do Amazonas sofreu a sua maior transformação da década. Em uma decisão coordenada que reconfigura o xadrez eleitoral de 2026, o governador Wilson Lima (União Brasil) e o vice-governador Tadeu de Souza (Avante) renunciaram aos seus mandatos neste sábado, 4 de abril.
A saída simultânea da chapa majoritária encerra meses de mistério e contraria o discurso mantido por Wilson Lima até março, quando o governador declarou publicamente que permaneceria no cargo até 5 de janeiro de 2027.
O “Pulo do Gato” para o Senado
A renúncia de Wilson Lima atende a uma estratégia de ascensão nacional. O agora ex-governador deixa o Palácio da Compensa para focar em uma das duas vagas em disputa para o Senado Federal. Aliados afirmam que a decisão foi amadurecida após pesquisas internas indicarem uma janela de oportunidade única, apesar do risco político de entregar o comando do Estado antes do fim do mandato.
Efeito Dominó nos Bastidores
A grande surpresa, no entanto, ficou por conta de Tadeu de Souza. Considerado o sucessor natural para assumir o governo e tentar a reeleição, o vice-governador optou por não herdar a caneta. Em vez disso, Tadeu oficializou sua saída para buscar uma vaga na Câmara dos Deputados, fortalecendo a bancada do Amazonas em Brasília e mantendo sua aliança estratégica com o grupo de Wilson Lima.
Quem assume o comando?
Com a vacância total do Executivo Estadual, quem assume as rédeas do Amazonas é o presidente da Assembleia Legislativa do Amazonas (ALEAM), Roberto Cidade (União).
Cidade assume um governo com orçamento recorde e o desafio de manter a máquina pública funcionando em pleno ano eleitoral, tornando-se, instantaneamente, a figura central nas negociações políticas do estado.
No limite do prazo de desincompatibilização, o cenário político do Amazonas sofreu a sua maior transformação da década. Em uma decisão coordenada que reconfigura o xadrez eleitoral de 2026, o governador Wilson Lima (União Brasil) e o vice-governador Tadeu de Souza (Avante) renunciaram aos seus mandatos neste sábado, 4 de abril.
A saída simultânea da chapa majoritária encerra meses de mistério e contraria o discurso mantido por Wilson Lima até março, quando o governador declarou publicamente que permaneceria no cargo até 5 de janeiro de 2027.
O “Pulo do Gato” para o Senado
A renúncia de Wilson Lima atende a uma estratégia de ascensão nacional. O agora ex-governador deixa o Palácio da Compensa para focar em uma das duas vagas em disputa para o Senado Federal. Aliados afirmam que a decisão foi amadurecida após pesquisas internas indicarem uma janela de oportunidade única, apesar do risco político de entregar o comando do Estado antes do fim do mandato.
Efeito Dominó nos Bastidores
A grande surpresa, no entanto, ficou por conta de Tadeu de Souza. Considerado o sucessor natural para assumir o governo e tentar a reeleição, o vice-governador optou por não herdar a caneta. Em vez disso, Tadeu oficializou sua saída para buscar uma vaga na Câmara dos Deputados, fortalecendo a bancada do Amazonas em Brasília e mantendo sua aliança estratégica com o grupo de Wilson Lima.
Quem assume o comando?
Com a vacância total do Executivo Estadual, quem assume as rédeas do Amazonas é o presidente da Assembleia Legislativa do Amazonas (ALEAM), Roberto Cidade (União).
Cidade assume um governo com orçamento recorde e o desafio de manter a máquina pública funcionando em pleno ano eleitoral, tornando-se, instantaneamente, a figura central nas negociações políticas do estado.