Primeira-dama de Campina Grande emociona com relato de superação de tragédia familiar

Primeira-dama de Campina Grande, Juliana Figueiredo, revela trauma de infância e emociona com relato de superação de feminicídio familiar
Redação O Poder
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Em uma entrevista carregada de emoção, a primeira-dama de Campina Grande, Juliana Figueiredo, abriu o coração sobre um trauma do passado que moldou sua trajetória. Durante conversa com a imprensa local, Juliana revelou ter sido vítima colateral de um feminicídio quando ainda era criança, perdendo a mãe de forma trágica pelas mãos do próprio pai.

Sobrevivente de uma tragédia

Juliana relembrou que, aos 10 anos de idade, ficou órfã de pai e mãe em decorrência de um episódio de violência doméstica. “Minha mãe foi morta por feminicídio, vítima de violência doméstica, pelas mãos do meu pai”, relatou com voz embargada.

A primeira-dama destacou que, diante da gravidade do que viveu na infância, sua própria sobrevivência e a construção de uma vida estável pareciam destinos improváveis na época. “Eu não sonhava nem que um dia eu estaria viva, que eu sobreviveria àquilo”, confessou.

Legado e Família

Hoje, ocupando um papel de destaque na assistência social e ao lado do prefeito Bruno Cunha Lima, Juliana vê sua família como sua maior conquista. Para ela, o fato de ter conseguido formar um lar e ter a oportunidade de ajudar outras pessoas através da vida pública é um “tesouro”.

“Se você me dissesse há 27 anos que eu iria casar, construir uma família — que é o nosso maior tesouro, nosso maior legado — e ainda ter a responsabilidade e a missão de ajudar outras pessoas, eu jamais acreditaria”, afirmou a primeira-dama.

Um símbolo para as políticas de proteção

O depoimento de Juliana Figueiredo ressoa em um momento em que o debate sobre o combate ao feminicídio e a proteção de crianças órfãs da violência doméstica ganha força no país. Sua história pessoal traz um peso humano e uma legitimidade ainda maior para as ações sociais desenvolvidas em Campina Grande, servindo como exemplo de resiliência e esperança para outras vítimas de violência.

A entrevista rapidamente repercutiu nas redes sociais, com internautas prestando solidariedade e destacando a importância de sua fala para dar visibilidade a um tema tão sensível e urgente.

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