ABMCJ-AM empossa nova diretoria para o triênio 2026/2029 em solenidade no TCE-AM

Juíza Lídia Frota e Desembargadora Mirza Telma conduzem rito institucional que fortalece a presença feminina nas carreiras jurídicas e a defesa dos direitos humanos no estado
Redação O Poder
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No próximo dia 17 de abril, o Auditório do Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM) será palco de um importante marco para o universo jurídico amazonense. A juíza Lídia de Abreu Carvalho Frota, presidente da Associação Brasileira de Mulheres de Carreira Jurídica – Comissão Amazonas (ABMCJ-AM), dará posse aos novos membros da diretoria, conselhos e comissão especial para o triênio 2026/2029.

A solenidade, marcada para as 15h, oficializa a gestão eleita em dezembro de 2025. Ao lado da vice-presidente, a Desembargadora Mirza Telma de Oliveira Cunha, Lídia Frota conduzirá o rito que reafirma o compromisso da entidade com a valorização das mulheres em todas as instâncias do Judiciário e a promoção da igualdade de gênero.

Força Institucional e Representatividade

A ABMCJ é uma organização de caráter cultural e científico com atuação nacional, sendo peça-chave na articulação por direitos humanos e pelo fortalecimento da voz feminina no sistema de Justiça. No Amazonas, a nova composição traz nomes de destaque que atuam na magistratura, no controle externo e na advocacia.

Entre os nomes que compõem a Comissão Especial, figuram personalidades influentes no cenário local, como a reitora e pré-candidata Maria do Carmo Seffair, as desembargadoras Onilza Abreu Gerth e Vânia Maria do Perpétuo Socorro Marques Marinho, além de magistradas e advogadas de renome.

Composição da Nova Gestão 

Diretoria Executiva: Além de Mirza Telma (Vice), a equipe conta com Laura Maria Santiago Lucas (Secretária) e Elcilene Silva da Rocha (Tesoureira).

Conselho Deliberativo: Composto por Francisca Rita Alencar Albuquerque e Onilza Abreu Gerth.

Conselho Fiscal: Liderado por Lúcia Maria Correa Viana, Anabel Vitória Pereira Mendonça de Souza e Sulamita Augusta da Silva.

A posse representa não apenas uma troca de comando, mas a continuidade de um trabalho de vigilância e fomento à participação feminina em espaços de decisão, assegurando que o olhar das mulheres de carreira jurídica siga impactando as políticas públicas e a aplicação do Direito no Amazonas.

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