O procurador-geral da República, Augusto Aras, usou sua rede social X, antiga Twitter, para manifestar oposição a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) em aceitar acordos premiados conduzidos pela Polícia Federal (PF), neste sábado (9).
Aras escreveu que a PGR é pautada pela Constituição e não aceita a legitimidade que o Supremo deu à PF para conduzir acordos.
Segundo o procurador, os acordos premiados conduzidos pela PF, na operação Lava Jato, com o ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci e pelo ex-governador do Rio Sérgio Cabral, que foram questionados e suspensos devido a falta de provas e são exemplos que falta interpretação do STF ao caso.

Como deveria ocorrer o processo, de acordo com a PGR:
- A defesa de um investigado propõe o acordo premiado;
- A PF decide se aceita;
- O Ministério Público Federal valida ou não;
- O STF homologa.
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