O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu nesta terça-feira (26) excluir as Forças Armadas do grupo de entidades fiscalizadoras das próximas eleições e da comissão de transparência do pleito.
A proposta de alteração foi feita pelo atual presidente do TSE, Alexandre de Moraes, alegando que a participação das Forças Armadas na fiscalização das eleições de 2022 não era compatível com suas funções constitucionais.
Além disso, o TSE também retirou o Supremo Tribunal Federal (STF) das entidades fiscalizadoras, justificando que três ministros do STF já fazem parte do TSE e a Corte é alvo de recursos contra decisões da Justiça Eleitoral.
As Forças Armadas continuarão auxiliando a Justiça Eleitoral em outras áreas, como o transporte de urnas eletrônicas e a segurança dos eleitores e locais de votação.