O governo liderado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva adotou uma linguagem “inovadora” em suas publicações relacionadas ao período pós-parto nas políticas de saúde.
Em vez de utilizar termos que excluem a figura materna ou feminina, na redação foram introduzidas expressões como “pessoa que pariu” e “corpo que pariu”.
Observadores e críticos interpretam a exclusão dos termos tradicionalmente associados às mulheres pelo governo Lula como uma tentativa excessiva de neutralizar a linguagem, resultando em uma perda de identidade para as mulheres que passam pelo puerpério.
A publicação já foi criticada por inúmeros internautas.
