O placar foi de 336 votos a favor e 142 pela rejeição, além de duas abstenções.
Insatisfeitos com o projeto por conta dos efeitos negativos à Zona Franca de Manaus (ZFM) a maioria dos deputados federais do Amazonas votou contra o texto que define regras para o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), a Contribuição Social sobre Bens e Serviços (CBS) e o Imposto Seletivo (IS). Dois oito integrantes da bancada parlamentar do Amazonas apenas o deputado federal Silas Câmara (Republicanos-AM) votou a favor da matéria, que é prejudicial para ZFM. Nesta terça-feira (9), o parlamentar já havia votado favoravelmente ao regime de urgência para a análise e votação do projeto do Executivo.
Vale ressaltar que recentemente o parlamentar reassumiu o comando da Frente Parlamentar Evangélica (FPE) do Congresso Nacional, o que pode estar influenciando sua posição, favorecendo as igrejas e se opondo à economia do Amazonas, além de votar seguindo o governo federal.
De acordo com o projeto, as imunidades tributárias concedidas às entidades religiosas e templos de qualquer culto são parte de um princípio mais amplo de isenção de impostos. Isso significa que essas instituições não estão sujeitas ao pagamento do IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e da CBS (Contribuição Social sobre Bens e Serviços) nos fornecimentos que realizam. Essa imunidade se estende às organizações assistenciais e beneficentes associadas a essas entidades religiosas.

ZFM

