O promotor Edinaldo Aquino Medeiros, da 77ª Promotoria de Justiça Especializada na Defesa e Proteção do Patrimônio Público do Ministério Público do Amazonas (MPAM), instaurou um inquérito civil para investigar um contrato de R$ 23,7 milhões firmado pela gestão do prefeito David Almeida com o Consórcio Manaós Monitoramento. O consórcio, que inclui as empresas Comatech da Amazônia e Newtesc Tecnologia e Comércio Ltda., é suspeito de envolvimento em corrupção e fraudes.
A Newtesc é ligada a Leonardo Urbano Arem e Labib Faour Auad, este último associado à Consladel, envolvida no escândalo das corujinhas em Manaus. A denúncia de 2015 já apontava irregularidades no contrato, como falta de clareza na quantidade de radares e pagamento por serviços não prestados.
Apesar de a licitação ter sido adjudicada ao Consórcio Manaós Monitoramento em abril de 2023, em julho que o sistema da prefeitura ainda indicava “aguardando homologação”. Em novembro de 2023, o MPAM instaurou um procedimento preparatório para apurar possíveis atos de improbidade administrativa. A portaria do inquérito foi publicada no Diário Oficial do MPAM em 12 de setembro de 2024.
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