Neste domingo, 29 de setembro, os candidatos da coligação União por Parintins (União Brasil, PP, PRD, DC, Agir, Mobiliza, PSB) enfrentaram um episódio de violência na comunidade Santo Antônio do Tracajá. Brena Dianná, candidata a prefeita, e Massilon Cursino, candidato a vice-prefeito, foram alvo de ataques durante um comício.
Após participarem de eventos em outras comunidades, como Terra Preta do Mamuru, a equipe chegou ao Tracajá, onde foram bem recebidos. Contudo, ao chegar, enfrentaram falta de energia elétrica, mas conseguiram improvisar uma ligação a um gerador para continuar o evento, que atraíra centenas de pessoas.
Durante o discurso de um candidato a vereador, ovos foram arremessados da multidão. Brena pediu que não houvesse reações. Quando Massilon falava sobre propostas, a energia foi cortada, e, ao iniciar seu pronunciamento, Brena enfrentou novos ataques, incluindo o corte do cabo de energia e uma chuva de pedras.
Dentre os feridos estavam a candidata a vereadora Analu Araújo, que foi atingida no braço, e um assessor, Renê Ramos, que recebeu uma pedra na cabeça, assim como uma adolescente presente. A situação gerou tumulto e a equipe teve que deixar rapidamente o local, levando os feridos para receber cuidados na comunidade do Maranhão e, posteriormente, em Parintins.
Mais de 300 motociclistas e motoristas se reuniram para demonstrar apoio a Brena e sua equipe, que seguiram em uma motociata pela cidade como protesto. No Mangueirão, em uma reunião com apoiadores, Brena fez um discurso abalado, destacando a boa recepção que tiveram na comunidade Tracajá, mas lamentando os ataques.
Brena atribuiu a agressão à luta contra um grupo político que tenta manter privilégios e que tem usado fake news e tecnologias para incitar o ódio. Ela assegurou que dará suporte às vítimas e registrou um Boletim de Ocorrência, afirmando que não se curvarão à opressão e continuarão lutando.
*Com informações da assessoria de comunicação