Manaus | AM
O vereador Rodrigo Guedes (PSC) voltou a colocar em discussão no plenário da Câmara Municipal de Manaus (CMM), a futura construção do anexo II da Casa Legislativa. O assunto acabou gerando uma ‘troca de farpas’ entre Guedes; o presidente da CMM, vereador David Reis (Avante); vereador Mitoso (PTB) e membros da Mesa Diretora. O ‘bate-boca’ ocorreu durante a Sessão Plenária desta segunda-feira, (13).
O desentendimento começou quando Guedes, que faz oposição a realização da obra, se opôs publicamente e acabou gerando revolta entre legisladores que são a favor da construção do anexo. Alguns vereadores entenderam que ele estava sendo oportunista ao expor sua opinião contraria publicamente.
Além de David Reis e de Mitoso, os vereadores Wallace Oliveira (Pros), Diego Afonso (PSL) e Glória Carratte (PL) também entraram no debate. “Sou contra a construção desse prédio. Acho desnecessário. Lógico que é legal e está dentro do orçamento da Câmara. É o duodécimo que recebemos para exercício do parlamento, mas nada impede que esse recurso seja devolvido para a prefeitura”, frisou Guedes.
O veredor chegou a propor que os legisladores fizessem uma consulta pública sobre o assunto, e propôs que o dinheiro fosse usado em Educação e Saúde. Ele finalizou pedindo para o presidente da Casa devolver o recurso.
Davis Reis rebateu o colega dizendo que não tinha ido passear na Câmara, e que não estava brincando com recurso público. Os vereadores Wallace Oliveira e Mitoso categorizam Guedes como oportunista.
Glória Carratte e Diego Afonso também se pronunciaram a favor da construção. Afonso falou que a construção é um benefício para receber a população. Guedes questionou Reis e disse que nunca chamou a obra de ‘puxadinho da Câmara’.
O presidente da Casa voltou atrás e admitiu que não tinha ouvido da boca do vereador o termo em questão. Após confusão, a Sessão Plenária desta segunda-feira seguiu normalmente