Ministério Público do Amazonas (MPAM) instaurou um Procedimento Preparatório para investigar possíveis irregularidades no Termo de Fomento nº 002/2024, firmado entre a Manauscult e o Instituto Norte Brasil Social e Cultural. O contrato, no valor de R$ 1,65 milhão, foi firmado sem chamamento público e teve como objetivo o projeto “Manaus Gastronomia 2024”, realizado em abril na Ponta Negra.
A promotora Sheyla Andrade dos Santos determinou que as empresas apresentem documentos sobre propostas de preço, estatuto social, e dados bancários do Instituto. Fundado em 2021, o Instituto é administrado por Viviane Reis de Oliveira e não divulgou seu capital social.
Mesmo sob investigação, o Instituto foi contemplado com R$ 4 milhões em emendas parlamentares para 2025, destinadas pelos vereadores Sassá Custódio, Diego Afonso, Professora Jaqueline, Wallace Oliveira, Elan Alencar, Kennedy Marques e Mitoso.
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