Em resposta às críticas, Barbalho destacou os esforços do governo estadual e municipal para transformar Belém em um palco à altura da COP30. Entre as principais medidas adotadas estão a revitalização de avenidas e a construção de novos parques lineares, que visam não apenas melhorar a infraestrutura urbana, mas também oferecer um legado de qualidade de vida para a população. O governador também tem ressaltado os investimentos no transporte público, buscando garantir uma mobilidade mais eficiente para os participantes e visitantes do evento.
Outro ponto que gerou apreensão foi a questão da hospedagem. Belém, uma cidade com estrutura hoteleira limitada, tem se preparado para suprir a demanda dos milhares de delegados e visitantes esperados. O governo do estado anunciou a construção de novos hotéis e a utilização de navios de cruzeiro como alternativas para acomodar os participantes da conferência. Essas soluções, segundo Barbalho, são parte do planejamento estratégico para garantir que a cidade esteja à altura de um evento internacional desse porte.
A escolha de Belém para sediar a COP30 também conta com o apoio do presidente Lula (PT), que reforçou a importância de realizar o evento na Amazônia. A realização da COP30 em Belém, para o presidente, é uma oportunidade única de colocar a Amazônia no centro do debate global.
Apesar das dúvidas iniciais sobre a infraestrutura de Belém, a combinação de investimentos em mobilidade urbana, hospedagem e a crescente parceria entre os governos federal e estadual têm demonstrado que a cidade está se preparando para cumprir as exigências do evento. A confiança é de que a COP30 não apenas deixará um legado significativo para a cidade, mas também marcará uma etapa crucial na luta pela preservação da Amazônia e pelo futuro do clima global.
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