Vereador Rodrigo Sá critica inversão da pauta na CMM: ‘cortina de fumaça’ para ocultar problemas

Vereador Rodrigo Sá critica mudança na ordem da pauta da Câmara de Manaus, acusando-a de ser uma 'cortina de fumaça' para desviar a atenção de problemas enfrentados pela cidade.
Redação O Poder
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O vereador Rodrigo Sá (PP) foi um dos principais críticos da aprovação da inversão da pauta, ocorrida durante a sessão plenária desta segunda-feira (10) na Câmara Municipal de Manaus (CMM). Na ocasião, os vereadores decidiram priorizar a votação dos Projetos de Lei (PL) antes do pequeno expediente. A decisão gerou controvérsia entre parlamentares da oposição e da base do prefeito David Almeida (Avante).

A oposição encarou a alteração como uma estratégia para desviar a atenção de assuntos sensíveis, como os estragos causados pelas fortes chuvas em Manaus e a ausência do prefeito, que passou o período de Carnaval em viagem ao Caribe. O vereador Rodrigo Sá criticou a manobra, classificando-a como “uma cortina de fumaça” para encobrir os problemas graves enfrentados pela cidade. Ele afirmou que, ao priorizar os projetos de lei, a gestão municipal tentava minimizar questões urgentes e impedir que os vereadores pudessem abordar temas essenciais, como os impactos das chuvas e a falta de respostas do prefeito sobre sua viagem.

Em resposta à aprovação da inversão da pauta na sessão plenária da Câmara Municipal de Manaus, o vereador Eduardo Alfaia (Avante) destacou a importância de se dar prioridade a questões fundamentais para a cidade, como o projeto de habitação que está em tramitação. Alfaia defendeu a relevância do projeto, que prevê a alienação de imóveis para viabilizar a construção de 1.120 apartamentos do programa Minha Casa Minha Vida, beneficiando inúmeras famílias em Manaus.

“Para mim, essa matéria é extremamente importante. Se para outros colegas não for, isso é um critério pessoal de avaliação”, afirmou o vereador. Alfaia enfatizou que o objetivo era acelerar o processo para garantir que as pessoas que dependem do programa Minha Casa Minha Vida não fossem prejudicadas. “É uma questão de dar celeridade a uma matéria que considero de extrema importância para a população de Manaus”, concluiu.

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